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09.06.17 Gimbal anuncia ‘CHEGADA: Atribuição Baseada em permanência’
Publicado por Vinicius Neves

Gimbal anuncia ‘CHEGADA: Atribuição Baseada em permanência’

 

“O que acontece depois que uma pessoa vê um anuncio?”

 

Você já viu essa pergunta uma outra vez, repetidamente….

“Para onde eles vão?” “O que eles fazem?” “O que eles compram?”

Todos os anos, a indústria da publicidade se aproxima em responder a essas perguntas. Mas ainda não estamos bem lá. As soluções de atribuição atuais nem têm a amplitude e a profundidade necessárias de dados para produzir insights verdadeiramente úteis ou estão muito preocupados com resultados digitais e não físicos.

Devemos lembrar que, quase 92% de todo o comércio continua a ser offline.

É por isso que, quando agregamos a tecnologia de publicidade da Mobile Majority, juntamente com a localização e o hardware/software de proximidade da Gimbal, sabíamos que teríamos a oportunidade de construir algo realmente especial no domínio das atribuições baseadas em localização e dentro das lojas.

Hoje, estou extremamente animado para anunciar o principal produto de nossa tecnologia recém integrada.

Bem-vindo à CHEGADA: Atribuição Baseada em permanência.

Atribuição 2.0

 

 

A indicação sobre o que torna a CHEGADA diferente de outras soluções de atribuição pode ser encontrada em seu nome.

PERMANÊNCIA.

Dwell-time (tempo de permanência) é uma medida que tecnicamente criamos, mas significa o que você provavelmente pensa que isso significa.

O tempo de espera é simplesmente quanto tempo uma pessoa permaneceu em um determinado local.

Normalmente, os modelos de atribuição na loja dependem dos dados coletados baseado no fluxo de ofertas para determinar se um dispositivo específico visitou ou não a loja depois de receber um anúncio. Quando você confia nos dados do fluxo de ofertas para atribuição, você está analisando apenas um  breve resumo da atividade do consumidor. Não há como confirmar quando essa pessoa chegou, quanto tempo ela ficou, ou quando ela saiu.

A CHEGADA conta sempre com dados de localização coletados via nosso SDK proprietário de localização. Isso significa que, assim que um consumidor entrar em um local onde uma geofence ou beacon (ou ambos) foram implementados, os dados de localização são coletados continuamente, registrando integralmente a visita dessa pessoa.

Isso é muito importante para determinar visitas significativas. As visitas que são muito curtas para que uma ação significativa tenha ocorrido não devem ser atribuídas a um gasto publicitário. E as visitas que duram mais de seis horas são imediatamente marcadas como atividade de funcionários e, portanto, ignoradas.

 

O resultado final é uma visita que é verificada, precisa e rica em informações.

 

As atribuições baseada em Beacons desbloqueiam um nível de percepção ainda maior. Ao instalar beacons (sem custo adicional para você) em locais de sua escolha, você pode rastrear a proximidade de consumidores para locais-chave dentro desses espaços.

Que departamentos ou corredores uma pessoa visitou depois de ver um anúncio? Elas chegaram ao caixa de pagamento? Ou elas simplesmente exploraram as diferentes áreas da loja antes de sair sem comprar?

As respostas a esses tipos de perguntas são fundamentais para medir o retorno do seu investimento publicitário.

 

 

Comece agora com a CHEGADA

Há muito tempo anunciantes procuraram fechar o loop das ações físicas que as pessoas tomam depois de visualizar um anúncio on-line. A CHEGADA projeta um salto para a frente nessa  missão com a capacidade de mapear toda a jornada do consumidor na loja.

Finalmente, você pode obter visibilidade sobre os resultados físicos das pessoas que mais interessam a você e sua marca e atribuir esses resultados diretamente aos seus gastos de publicidade. Isso pode ser considerado uma enorme amplificação das atribuições.

 

Faça uma campanha com a CHEGADA

 

By: Cameron Fitchett

Cameron é gerente de marketing da Gimbal, uma plataforma de marketing e publicidade móvel projetada para melhorar substancialmente a relevância das comunicações de marketing com dados.


22.03.17 WHAT TO TEST WITH YOUR DIGITAL ADS
Publicado por BOO

 

TESTING TYPES

Testing is an extremely important element of creating a successful advertising strategy and campaign. By using various testing methodologies you can determine what is working and what isn’t, making it easier to optimize your ads for greater ROI.

The two most common types of tests for digital advertising are A/B and multivariate; you can run either (or both) on your digital advertising campaigns.

A/B Testing

A/B testing compares two elements of your ad. An example would be two different images or two different CTA button colors. Many advertising platforms enable you to automatically perform your ad A/B testing. A/B testing is created to be inherently simple—you are only testing one single variable at a time. This makes it easier to form actionable conclusions.

Multivariate Testing

Multivariate testing compares a much larger number of variables at the same time and produces more complex information. With multivariate testing, you can compare a combination of multiple designs, headers, CTAs, imagery, and copy. To run a conclusive multivariate test you need to show a statistically significant number of conversions for your different combinations.

 

TESTING TYPES

How to Test Your Digital Ads

Just like the scientific method, A/B testing begins with a hypothesis. All marketers should develop a strong hypothesis as to what they think might happen when they administer the test.

Here are 7 steps that we recommend when beginning a test:

  1. Write a hypothesis: What do you think will happen? Which version do you think customers will prefer and why?
  2. Choose one variable to test: Pick one variable you feel will have an impact on the customer’s behavior. This could be your image, your CTA, your headline, and so on.
  3. Decide on a sample group number and type: Which demographic or industry will you focus on for this A/B test?
  4. Define what success looks like: Success can include opens, clicks, conversions, and more
  5. Set up automated A/B testing: Schedule when you’ll administer the test and how long it will run.
  6. Look at test results from all channels: After the chosen amount of time, analyze data sets, examining results based on the success factors you decided on earlier. Make sure you look at all of the different channels you are administering the test on to ensure completeness.
  7. Determine the winning combination: Which version performed better? Did it perform significantly better or just marginally?

 TESTING TYPES

There are a ton of fantastic A/B and multivariate tests you can do for your digital ads. Here is a list of what you should consider testing for each digital ad type and for your ad landing pages.

Landing Pages

  • Headline: How eye-catching is your headline?
  • Call-to-Action: The copy of your CTA says it all. Also consider testing CTA location and button color.
  • Copy: Test different copy. What works better: bullet points, a numbered list, or paragraphs?
  • Images: Test different images and image location.
  • Offer: Test different offers— what works best? A content asset? A contest? A discount or promotion?
  • Forms: Test different form lengths and locations.
  • Site Navigation: Test adding or deleting site navigation from your landing page.
  • Colors and Design: Determine which colors and design works best to attract your audience.
  • Page Length: Should your landing page be long or short? Should it scroll?
  • Responsive Design: Mobile is important. Test how different responsive design templates look on different devices.

Pay-Per-Click Ads

  • Landing Pages: Which landing page works best for which ad? This way you can work to increase your Google Quality Score.
  • Ad Headline: Your headline is extremely important for conversion in PPC. Test multiple headlines.
  • Ad Copy: You don’t have much room to convert your buyer. Test different ad copy to see what engages your audience the most.
  • Ad Extensions: Do ad extensions work for you? Play around with different URLs or CTAs.
  • Ad CTA: Make sure to test your ad CTA. What works better, a CTA for a contest? Promotion? Content asset? Video?

TESTING TYPES

          Display Ads 

  • Ad Design: Make sure to test different ad designs. What colors work best? What images work best?
  • Ad Types: Test your message using various forms of rich media. Try out video, flash, and cinemagraphic ads.
  • Ad Delivery: What sort of delivery works best for your display ads? Try different overlays and pop-ups.
  • Copy: Test different copy to see what resonates the best.
  • Ad CTA: Try out different CTAs, CTA copy, and locations to see what combination works best for your ads.
  • Websites and Ad Networks: Test out different websites and ad networks to see where your audience engages with your ads the most.
  • Ad Targeting: Try out different ways to target your banner ads. Test out behavioral vs. demographic vs. location, and so on.

            Social Ads

  • Ad Design: See which designs work best for each social network. You may find that different images and design styles work best for one social network and not another.
  • Ad Type: Many social networks today have the option for native video ads. Test those out to see if your audience resonates.
  • Ad Headline and Copy: Most social networks enable you to add headlines and copy to your ad. Test out different tones and even hashtags to see what engages your audience.
  • Ad CTA: Make sure to have a CTA for your social ads. Test different CTAs and offers for each social network to see if you find a pattern.
  • Ad Targeting: Ad targeting is a critical part of advertising on social channels. Test out different audiences and targeting options to see what works best.
  • Dark Posts: Want to test an ad but don’t want your audience to see it? Test your ads using dark posts, which are ads that are only shown to those outside of your network based on targeting

SOURCE : https://www.marketo.com/worksheets/what-to-test-with-your-digital-ads-checklist/


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